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do FC
Porto
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| Postiga
em tratamento
Hélder Postiga não integrou o
treino que os «dragões» cumpriram esta manhã, limitando-se
a receber tratamento a uma mialgia de esforço na perna
esquerda.
O avançado quedou-se, portanto, pelo
departamento médico, onde teve a companhia de Pedro Emanuel.
Jorginho voltou a desenvolver treino condicionado no relvado,
devido a uma entorse no joelho esquerdo. Anderson mantém-se
em regime de repouso domiciliário.
Sem jogos oficiais no horizonte, Jesualdo Ferreira ministra
nova sessão de trabalho quinta-feira, pelas 10 horas, com
vista ao jogo-treino com o Tourizense, no sábado.
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| ANDERSSON
FOI DE NOVO A FACA
ANDERSON
submeteu-se ontem de manhã, no Porto, a uma intervenção cirúrgica
para retirar uma placa que ajudou à fixação da fractura no
perónio direito, lesão sofrida em Outubro, no jogo com o
Benfica. Paralelamente, o médio sujeitou-se a uma
adenoidectomia, para resolução de uma rinite crónica. O
portista já repousa em casa, com perspectivas de iniciar a última
fase de recuperação.
A
passagem de Anderson pelo bloco operatório do Hospital da
Lapa foi rápida e constava do plano de recuperação traçado
pelo departamento médico do FC Porto, em Outubro, quando o
jogador foi submetido a uma primeira intervenção cirúrgica,
para fixar a fractura óssea e corrigir lesões em ligamentos
da perna direita. Operado no dia seguinte à recepção ao
Benfica—o jogo teve lugar no Dragão, a 28 de Outubro, e o médio
só actuou cerca de meia hora, abandonando o relvado após
entrada dura do grego Katsouranis —, o brasileiro sabia
desde essa altura que teria de ser submetido a uma segunda
intervenção. Ontem, de manhã, nas instalações privadas do
Hospital da Lapa, Andersou reecontrou-se com o cirurgião José
Carlos Noronha, para extrair material de osteosíntese que
ajudou à fixação da fractura do perónio direito. Sem esta
placa, o brasileiro pode, finalmente, avançar para a antecâmara
do regresso à competição, tudo dentro dos períodos
previstos e na sequência de um trabalho de recuperação que
nem sequer foi interrompido nas férias de Natal — o jogador
trabalhou no Brasil, às ordens do recuperador dos dragões,
António Dias. Mais conforto O médio recebeu alta a meio da
tarde e repousa em casa, com expectativas de se livrar ainda
de uma rinite crónica, depois da adenoidectomia a que também
foi submetido. Nos próximos dias, Anderson vai retomar a
actividade no Olival
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| ESTÁ
BOM É PARA OS KEEPERS
MAIS
animada e objectiva não podia ter sido a sessão de ontem de
manhã. Viva e dinâmica sob o ponto de vista técnico e atlético,
entusiasmante com as ordens (des)motivadoras do adjunto Carlos
Azenha e até divertida devido aos comentários dos keepers,
Helton e Vítor Baía. Guarda-redes promovidos a heróis da
carreira de tiro à custa da muita pólvora seca que
dispararam os companheiros no Olival.
«Está
bom, está bom... é para os keepers», dizia Carlos Azenha,
em voz alta, descoroçoado com a má pontaria dos jogadores
azuis e brancos, que ontem de manhã estiveram envolvidos em
intensivos exercícios de remate à baliza. Manobras que,
curiosamente ou não, se desenrolaram ainda durante o período
em que o treino foi aberto e determinadas, certamente, pela
gritante falta de eficácia dos portistas no jogo com o Atlético.
Azenha falou sempre mais alto do que tudo e todos e pedia
sempre «mais velocidade » e «mais dinâmica» nos lances de
laboratório que foram ensaiados, evoluindo até chegarem à
fase universal do passa, repassa e chuta. «Trabalhem a direcção
do remate», foi como que o abrir das hostilidades, pois
compreendia o disparo à figura, isto é, ao guarda-redes, o
que não foi respeitado por uns quantos — mais por
dificuldades de afinação do que propositadamente — e
provocou a ira das duas referências da baliza: Vítor Baía e
Helton, pois Paulo Ribeiro esteve calado e bem mais longe. E a
verdade é que, a partir daí, os senhores dos postes fizeram
a vida negra aos companheiros.
Bocas
e bomba
Aquelas
rajadas de tiro ao alvo em movimentos consertados sucediam-se
e a falta de jeito, que não de poder de fogo, também, muito
embora não fosse alheia a uns quantos falhanços a aplicação
e até inspiração dos guarda-redes, muito particularmente Baía
e Helton, que defenderam e gozaram como ninguém. Foram
brilhantes e desconcertantes... com as bocas, de fazer irritar
um santo. «Não caias», provocava Baía o brasileiro Paulo
Assunção, antes de este armar o remate; «esse não faz mal»,
dizia ainda o número 99 para Helton, quando Quaresma ia para
chutar, o que resultou numa meia bola e pouca força, porque
acertou também na relva. Até à altura, fora Sokota a fazer
alguma coisa em condições. Aliás, um golaço, com os dois
guarda-redes, na mesma baliza e a defenderem à vez, a olharem
um para o outro em sinal de resignação, talacolocação, tal
a bomba do croata.
Toca
a encher
O
adjunto do professor, que, entretanto, se encontrava ao longe,
a observar, contava os golos pelos dedos de uma só mão. E
sobravam-lhe três. Isto é, um dos pelotões de execução (eram
dois) apenas bisara!, enquanto o outro apontara quatro. Foi o
exercício por água abaixo, os jogadores para o chão. «Toca
a encher», foi o castigo. «Agora têm dois minutos para
fazerem 10 golos », ordenou Azenha. Dois minutos volvidos e
os dragões voltavam a encher... Baía e Helton estavam nas
nuvens, Jesualdo Ferreira, que passara antes em revista as
suas tropas e deixara o treino de campo para os adjuntos, não
parecia muito preocupado. É que é impossível continuar tão
desafinado assim...
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| RICARDO
COSTA É IMPRESCINDÍVEL
O FC
Porto veio, esta quarta-feira, a público garantir não haver
qualquer entendimento com o Marselha para a cedência temporária
dos direitos desportivos de Ricardo Costa. Ricardo Costa é,
neste momento, considerado imprescindível nos planos do
campeão nacional», pode ainda ler-se na nota divulgada pelo
clube azul-e-branco, através do seu site oficial. Apesar de
nunca ter confirmado a possibilidade de sair, Ricardo Costa
abandonou em lágrimas o último jogo de 2006, ante o Paços
de Ferreira, realizado no Estádio do Dragão. Poucos dias
depois, o director-desportivo do Marselha confirmou contactos
com o FC Porto, mas agora surge esta posição por parte dos
azuis-e-brancos. Curiosamente no mesmo dia em que Bruno Alves,
outro dos «centrais» do plantel, saiu lesionado do treino
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| JOVEM
DIEGO ESPERADO NO FC PORTO
O
brasileiro Diego está em Portugal e é aguardado no FC Porto
para se tornar mais um reforço na abertura do mercado de
Inverno, mas o atleta diz apenas que nada está certo e que a
única certeza que tem é «vontade de jogar». O jogador
alinha no Penafiel por empréstimo do Sp. Braga. À chegada a
Lisboa, após as férias natalícias, o jogador ainda não
sabe se será transferido ou não: «Hipóteses de jogar no FC
Porto há, mas isso ainda está tudo no campo das suposições
porque nada está resolvido. O que há é apenas vontade de
jogar. Todos têm o sonho de jogar num clube grande e eu não
sou diferente. Mas onde quer que esteja quero estar bem para
começar o meu trabalho», diz o jogador. O jovem de 18 anos
delega esclarecimentos no empresário Jorge Mendes que está
em negociações com Penafiel, Sp. Braga e FC Porto: «Quem
está a resolver tudo é o meu empresário e os responsáveis
do Penafiel, eu estou por fora.».
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